here for you.
Querido Deus, eu só peço que cuide dele por mim ♥
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THEME POR encantei-me | DON'T COPY + +

WEB: Belo Desastre

Capítulo 112

Arrepios corriam por todo o meu corpo. Quatro meses atrás, Micael tinha tomado algo de mim que eu nunca tinha dado a qualquer outro homem. Eu estava tão determinada a perder a virgindade com ele, que não tive tempo para ficar nervosa. Agora, na nossa noite de núpcias, sabendo o que me esperava e sabendo o quanto me amava, estava mais nervosa do que tinha estado naquela primeira noite.

— Vamos começar tirando isso do caminho, Sra. Borges. Esta é uma peça de roupa que não quero estragar. — disse ele.

Eu suspirei dando uma pequena risada, lembrando do meu casaco de abotoar de lã cor de rosa e dos respingos de sangue que ficaram nele. Depois pensei em quando vi Micael no refeitório pela primeira vez.

— Eu destruo muito suéteres. — ele dissera com seu sorriso matador, com covinhas. O mesmo sorriso que quis odiar e com os mesmos lábios que, agora, estavam fazendo seu caminho pelas minhas costas.

Micael me moveu para frente, e rastejei na cama, olhando para trás e esperando, desejando de que ele me amasse. Ele estava me observando, tirando a camisa, tirando os sapatos e deixando cair as calças no chão. Ele balançou a cabeça, me virou de costas para o colchão, e então se ajeitou em cima de mim.

— Não? — eu perguntei.

— Eu prefiro olhar dentro dos olhos da minha mulher do que ser criativo… pelo menos por esta noite.  

Ele afastou um cabelo solto do meu rosto e, depois, beijou meu nariz. Foi um pouco divertido assistir Micael indo devagar, refletindo sobre como e o que queria fazer comigo. Uma vez que estávamos nus e estendidos sob os lençóis, ele inspirou profundamente.

—Sra. Borges?

Eu sorri.

— Sim?

— Nada. Eu só queria te chamar assim.

— Bom. Eu que gosto disso.

Os olhos de Micael escaneavam meu rosto.

—Gosta mesmo?

— Isso é uma pergunta de verdade? Porque é meio difícil de mostrar isso mais do que tomando os votos para estar com você para sempre.

Eu empurrei minha cabeça de volta no travesseiro, olhando profundamente nos seus olhos.

— Por que você me chama de Beija-Flor? Quero dizer, realmente? – perguntei.

A minha pergunta pareceu pegá-lo desprevenido. 

— Você sabe o que um Beija-Flor né? – ele perguntou.

Eu balancei minha cabeça em um pequeno movimento.

— É um pássaro. Eles são realmente muito inteligentes. Eles são leais e ficam juntos para a vida toda. São delicados e fortes ao mesmo tempo. Aquela primeira vez que a vi, no Círculo, sabia que era você. Eu a vi naquele cardigã abotoado e com sangue e percebi que você não iria se apaixonar por minha merda. Você iria me fazer ganhá-la. Você exigiria uma razão para confiar em mim. Eu vi isso em seus olhos e não pude parar de pensar em você, até que a vi naquele dia no refeitório. Mesmo tentando ignorá-la, eu sabia mesmo assim. Cada erro, cada má escolha, eram migalhas para que encontrássemos o nosso caminho um para o outro e para que chegássemos a este momento. — ele disse.

Minha respiração vacilou. 

—Sou tão apaixonada por você!

O corpo dele estava entre as minhas pernas abertas, e eu podia senti-lo contra as minhas coxas, a poucos centímetros de onde queria que ele estivesse.  

—Você é minha esposa.

Quando ele disse estas palavras, a paz encheu seus olhos. Isso me lembrou da noite em que ganhou a aposta para eu ficar em seu apartamento.

—Sim. Você está preso comigo, agora.

Ele beijou meu queixo.

—Finalmente.

Ele foi devagar enquanto me penetrava gentilmente, fechando os olhos por apenas um segundo antes de me olhar novamente. Ele se movimentava sobre mim devagar, ritmicamente, beijando minha boca sem parar. Mesmo que Micael sempre tivesse sido cuidadoso e gentil comigo, os primeiros momentos foram um pouco desconfortáveis. Ele devia saber que eu era nova para isso, mesmo que nunca tivesse mencionado esse fato. Todo o campus sabia sobre as conquistas de Micael, mas as minhas experiências com ele nunca foram as traquinagens selvagens de que todos falavam. Micael sempre foi suave e terno comigo; paciente. Esta noite não foi exceção. Talvez até ainda mais.

Assim que relaxei e comecei a mover meu corpo junto ao dele, Micael se abaixou. Ele enganchou a mão por trás do meu joelho e me puxou com gentileza pra cima, parando na altura quadril. Ele me penetrou novamente, desta vez mais profundo. Eu suspirei e levantei meu quadril para ele. Não havia nada melhor do que saber que eu ia sentir o corpo nu de Micael Borges contra e dentro de mim para o resto da minha vida.  Ele me beijou, e me provou, e cantarolou contra a minha boca. Balançando contra mim, me desejando, puxando minha pele, enquanto levantava minha outra perna e empurrava meus joelhos para junto do meu peito, de modo que pudesse me penetrar ainda mais fundo. Eu gemi e me mexi , incapaz de continuar calada enquanto ele se posicionava e me penetrava em ângulos diferentes, mexendo os quadris até que as minhas unhas estavam cravadas na pele de suas costas. Meus dedos estavam enterrados profundamente em sua pele suada, mas eu ainda podia sentir seus músculos salientes e deslizar embaixo deles.

As coxas de Micael se esfregavam e se chocavam em meu bumbum. Ele manteve-se em um cotovelo, e depois se ajoelhou, puxando minhas pernas com ele até que meus tornozelos estavam repousando em seus ombros. Ele fez amor comigo com mais força e intensamente, e mesmo que fosse um pouco doloroso, essa dor disparou faíscas de adrenalina por todo o meu corpo. Levando cada pedacinho de prazer que já estava sentindo a um novo nível.

—Oh, meu Deus… Micael… — eu disse, perdendo o fôlego depois de pronunciar seu nome. Eu precisava dizer algo, qualquer coisa para soltar toda a intensidade que se acumulava dentro de mim.

Minhas palavras fizeram seu corpo ficar tenso, e o ritmo de seus movimentos tornou-se mais rápidos, mais rígidos, até que gotas de suor transbordaram em nossa pele, tornando-a ainda mais fácil de deslizar um contra o outro.  Ele deixou cair as minhas pernas de volta para a cama enquanto se posicionava diretamente sobre mim novamente. Ele balançou a cabeça.

—Você é tão maravilhosa… — ele gemeu. — Eu quero fazer isso durar a noite toda, mas eu…

Eu toquei meus lábios no seu ouvido.

—Eu quero você. — eu disse, terminando a frase simples com um pequeno e suave beijo.

Relaxei meus quadris, deixando meus joelhos caírem ainda mais distantes e mais perto da cama. Micael me penetrou profundamente repetidas vezes, seus movimentos se intensificando conforme ele gemia. Segurei meu joelho, puxando-o em direção ao meu peito. A dor era tão boa que era viciante, e eu a senti se acumulando até que todo o meu corpo ficou tenso em rajadas curtas, mas fortes. Eu gemi alto, sem me importar que me ouvissem.

Micael gemeu em reação. Finalmente, seus movimentos desaceleraram, mas eles foram mais fortes, até que finalmente gemeu. Seu corpo se contraiu e tremeu quando ele pressionou a testa com força contra minha bochecha.

Ambos sem fôlego, não falamos. Micael manteve sua bochecha contra a minha, contraindo mais uma vez antes de enterrar o rosto no travesseiro sob sua cabeça. Eu beijei seu pescoço, saboreando o sal em sua pele.

— Você estava certo. — falei. Micael se afastou para olhar para mim, curioso. —Você foi o meu último primeiro beijo.

Ele sorriu, apertou seus lábios contra mim mais forte e, depois, enterrou seu rosto contra o meu pescoço. Ele estava respirando com dificuldade, mas ainda conseguiu sussurrar docemente:

—Porra, eu te amo, Beija-Flor.


eu-sou-somic-e-vc asked: Não perca tempo poste o 112 hahahah..

hahahahhahaha postando


Anonymous asked: 112

pra jáaaaa


Anonymous asked: Q quente isso jovem kkkkkkkkkkk Posta mais pfvr

kkkkkkkkkkkkkkkkkkk safadenhos uhauhauhauhua postando maaaais


WEB: Belo Desastre

Capítulo 111

— Não, só nos dê um minuto. — eu disse.

Sophia estava meio deitada, meio sentada no assento de couro preto da limusine, com as faces coradas e respirando com dificuldade. Eu beijei seu tornozelo, e em seguida, peguei entre os dedos sua calcinha e seu salto alto e entreguei para ela.

Merda, como ela era linda! Eu não conseguia tirar os olhos dela enquanto abotoava a minha camisa. Sophia me deu um largo sorriso, enquanto deslizava sua calcinha sobre seus quadris. O motorista da limusine bateu na porta. Sophia assentiu e dei-lhe luz verde para abri-la. Entreguei-lhe uma grande gorjeta e, em seguida, levantei minha mulher em meus braços. Atravessamos o lobby e o cassino em apenas alguns minutos. Digamos que eu estava um pouco motivado para voltar para o quarto — por sorte, estar com a Sophia em meus braços disfarçava minha ereção.

Ela ignorou as dezenas de pessoas nos olhando, enquanto entrávamos no elevador, e plantou sua boca na minha. Minha voz saiu abafada quando tentei dizer o número de nosso andar para o casal divertido que estava mais próximo aos botões do elevador, mas vi com o canto do meu olho que tinham apertado o andar correto.

Assim que saímos para o corredor, meu coração começou a bater. Quando chegamos à porta, eu lutei entre manter Sophia em meus braços e tentar pegar o cartão-chave do meu bolso.

— Eu vou pegá-lo, meu amor. — disse ela, puxando-o para fora e, em seguida, me beijando, enquanto abria a porta .

— Obrigado, Sra. Borges

Sophia sorriu contra a minha boca.

—O prazer é meu. – ela disse sedutoramente.

Levei-a para dentro do quarto e baixei-a para ficar ao pé da cama. Sophia me observou por um momento, enquanto tirava seus saltos.

—Vamos começar tirando isso do caminho, Sra. Borges. Esta é uma peça de roupa que não quero estragar.

Eu a virei e abri o zíper de seu vestido lentamente, beijando cada pedaço de pele que ficou exposta. Cada centímetro de Sophia já estava impregnado em minha mente, mas tocar e degustar a pele da mulher que agora era a minha esposa fez tudo parecer novo novamente. Senti uma excitação que nunca tinha sentido antes.

O vestido caiu no chão e o peguei, jogando-o sobre as costas de uma cadeira. Sophia desabotoou a parte de trás do sutiã, deixando-o cair no chão, e deslizei meus dedos entre sua pele e o tecido macio de sua calcinha. Eu sorri. Eu já a tinha feito isso antes.

Inclinei-me para beijar a pele atrás de sua orelha.

— Eu te amo tanto… — sussurrei, lentamente empurrando a calcinha para baixo por suas coxas. Elas caíram até os tornozelos e ela chutou para longe com seus pés descalços. Eu passei meus braços em torno dela, respirando fundo pelo nariz e puxando suas costas nuas contra o meu peito. Eu precisava estar dentro dela, meu pau estava praticamente chegando sozinho para ela, mas era importante ir devagar. Nós teríamos apenas uma rápida noite de núpcias e eu queria que fosse perfeita. 


l2cyporsomic asked: Isso é pergunta que se faça Hahahahahaha

hahahahhaa postando maaais


Anonymous asked: Mais mais

agoooooora


Anonymous asked: Simmmmmmmmm

postannndo


Anonymous asked: Sim continua, Lari quando essa acabar você posta aquela que não esta finalizada?

vou siiim, vou recomeçar a escrever nela


eu-sou-somic-e-vc asked: Uauuuuuuuuuuuuuu!que capitulo foi esse? poste logo o 111 rsrsrsr.

gostou? ahhahahahaha *-* vou postar maais